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sábado, 17 de maio de 2014

Gorda x Sexy....

                        Gorda Sexy
Nos tempos da faculdade eu gostava de um garoto. Meses depois de trocar olhares ele me convidou para sair um sábado à noite.
Eu sempre me vesti muito largada, na minha época não existiam tantas lojas plus e achar roupa era uma tortura, então adotei um uniforme, a eterna calça preta de moletom e alguma blusa solta.
Fiquei tão feliz com o convite que decidi comprar uma blusa nova, não queria calça nem saia, queria a blusa nova, mas tinha uma ideia em mente, tinha que ser sexy. Não sei da onde saiu essa ideia, mas eu cismei com aquilo, tinha que ser sexy.
Fui com minha mãe comprar a blusa no sábado de manhã. Bati pernas em várias lojas e não achava a blusa, até que achei uma loja legal. Experimentei muitas, mas nenhuma era a que eu procurava, até que vi uma moça experimentando uma, achei linda e pensei que era aquela que tanto queria.
Chamei a vendedora e perguntei se tinha aquela blusa no meu tamanho, ela disse que não, ia apenas até o tamanho grande, e eu precisaria uma maior. Ela se ofereceu para achar outra, mas eu fui clara ”Quero uma blusa sexy”. Na hora que disse isso ela se virou e ficou me olhando como se não tivesse entendido e respondeu:
-Sexy?
É.
-Ah, mas para ficar sexy você teria que perder um pouco de peso né?
Fiquei ali parada sem acreditar. Não me senti ofendida porque ela tentou na sua ignorância dizer a coisa com jeito, mas percebi que sexy e gorda são duas palavras que não rimam para o mundo, não dão samba. Fiquei no provador pensando nisso e me senti muito mal, patética, como se a errada fosse eu. Senti tanta vergonha que decidi ir embora da loja.
Aquilo me fez tão mal que virou meu dia. Poxa, eu só era uma garota que gostava de alguém e queria se sentir sexy no primeiro encontro, não queria mais nada, apenas uma blusa para me sentir assim, mas dizer isso em voz alta me fez parecer uma gorda ridícula, até porque percebi o olhar da moça que vestia a blusa que eu gostei, vi pelo espelho a cara de espanto quando me escutou dizer a vendedora que eu queria uma blusa ”sexy”.
A sensação de ser uma estúpida me invadiu a tarde inteira, parecia que eu tinha dito a vendedora que ia explodir a loja e matar todo mundo, foi uma coisa anormal uma gorda querer uma roupa ”sexy”.
E foi um dia estranho porque o rapaz nunca apareceu, não sei o que aconteceu com ele, mas levei cano.
E levei anos para entender que eu não errei nessa história, sou uma pessoa e tenho o mesmo direito que todas de querer comprar uma roupa que me faça sentir ”sexy”. É o mundo que está fora do lugar e não respeita os gordos, não sou eu a errada de querer me vestir do jeito que quiser.
Hoje não me preocupo mais com isso, entendi que se sentir ”sexy” não tem nada a ver com a roupa e eu não preciso de ninguém para me fazer sentir assim. Sou sexy como todas as mulheres, a única diferença é que demorei para perceber e não é uma blusa que te faz isso, é você se sentindo bem. E sei que algumas pessoas dizem que ser gorda e sexy não dá liga, mas é mentira, essas pessoas são ignorantes, toda mulher é sexy do seu jeito e quem não percebe isso é um idiota, igual a muitos no mundo. Não preciso de blusa nenhuma para ser sexy, sendo o que sou está ótimo e isso sempre é sexy.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Não me elogie por perder peso.


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Kasey Edwards
“Nossa, você está ótima. Como emagreceu!”
Disse uma das mães para mim na saída da escola.
Foi um elogio inesperado, porque, depois de anos de ódio ao meu próprio corpo eu acabei colocando mais esforço em me aceitar, sustentar uma alimentação saudável e criar hábitos rotineiros de exercícios do que em lutar para simplesmente diminuir de tamanho.
Mas ainda que emagrecer não fosse meu objetivo, eu me senti elogiada. Na nossa cultura, dizer a uma pessoa que ela emagreceu é, de fato, um dos maiores - se não o maior - dos elogios.
Fomos condicionados a acreditar que perder peso é sinônimo de sucesso, controle da própria vida, muita saúde e, claro, beleza.
O emagrecimento é celebrado em todos os aspectos da nossa cultura - em conversas de jantares formais, reality shows, capas de revistas, desafios corporativos e até mensagens de “saúde” do governo.
Ser magro, na nossa cultura, é mais uma questão de julgamento moral do que de saúde. Até a “preocupação” da mídia com mulheres extremamente magras vem embrulhada num certo grau de admiração. 
Por exemplo - a atriz Sharni Vinson, de Home and Away, foi fotografada recentemente em uma praia de Miami com vários quilos a menos, e o artigo incluiu uma citação que explicou o emagrecimento como sinônimo de trabalho árduo:
“Eu sempre perco peso quando estou filmando - você está constantemente atarefada e no set de filmagens, dando 110% de si." 
Reportou o artigo como sendo a fala da atriz sobre o assunto.
A admiração do emagrecimento, assim como o papo sobre peso, é uma estratégia social difundida e aceita para mulheres se conectarem umas com as outras. Eu sou tão culpada quanto a vizinha por tentar fazer minha amiga se sentir bem celebrando seus quilos a menos.
Olhando com mais cuidado, um elogio ligado ao emagrecimento é sempre um tiro no pé. Não importa o tamanho da boa intenção, junto com o elogio, o que também se diz, silenciosamente, é que o outro, quando tinha alguns quilos a mais, não estava nada legal.
Considerando que a maioria das pessoas que perde peso volta a ganhar em um determinado período, o elogio tem data de validade. É só uma questão de tempo para que ele seja vazio e nulo. Então, mais que fazer nossa amiga se sentir bem, nós efetivamente a alertamos de que qualquer ganho de peso futuro não passará despercebido.
Isso talvez seja o mais desagradável acerca de afirmações relativas à mudanças no nosso corpo - sejam elas negativas ou positivas.  Elas mostram como estamos todos secretamente monitorando uns aos outros, nos checando, para ver se engordamos ou se diminuimos de peso.
A medida em que objetificamos nossos corpos, em troca, aprendemos a nos objetificar inteiros, como pessoas, baseando nosso valor em como os outros nos percebem.
Naquele dia, na saída do jardim, na escola, me ocorreu que minha filha de 4 anos, a Violet, estava ouvindo o papo sobre meu emagrecimento, e o brilho temporário de afirmação que tinha me tomado rapidamente deu lugar a uma sensação nauseante.
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Meu medo é que minha filha aprenda, com esse tipo de troca, que se você emagrecer você é necessariamente merecedora de atenção e elogios. Ainda que aquela conversa não tenha compreendido, na realidade, nenhuma mensagem real de saúde ou afirmação do corpo. Ainda que ela tenha, na verdade, significado um reforço da busca doente da nossa sociedade por emagrecimento a todo custo, e da insistência repulsiva em julgar o valor do outro - particularmente o das mulheres - pela aparência.
Não podemos criar nossos filhos para serem felizes e confiantes com seus corpos se eles seguirem ouvindo suas mães julgando umas as outras pelo tamanho do jeans. Precisamos parar de usar a perda de peso como um benchmark, uma medida do quanto estamos bem, um parâmetro de sucesso na vida.
Dar foco às flutuações constantes dos tamanhos dos nossos corpos só serve para nos fazer sentir ainda mais inseguros com relação a nossa aparência. Um dos maiores presentes que podemos nos dar, e aos nossos amigos, é um espaço seguro, livre das desprezíveis e ansiosas mensagens ligadas ao peso e à aparência, que nos tiranizam.
Se realmente nos importamos uns com os outros - e com nossos filhos - é hora de encontrarmos um outro jeito de expressar nossa admiração e amizade.
Nota: Texto original em inglês, escrito por Kasey Edwards e publicado no Daily Life. Traduzimos com a autorização da autora. Agradecemos.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Desabafo de uma Plus Size

                            

Pessoal, ontem meu pai conversando comigo, me trouxe a este post...  Eu faço 34 anos mês que vem (dez.2013) e sim sou gorda...  Eu cresci na ditadura da magreza, numa família grande onde tudo virava gozação, caçula de cinco filhos e não era gorda, mas, vi durante muito tempo minha irmã sofrer por ser bem gordinha... eu sempre pratiquei esportes e SIM, fui uma daquelas meninas que ditava a "moda" da escola. Quando fui virando adolescente...14 , 15 anos eu comecei com o efeito sanfona, vivia com dietas mirabolantes e remédios milagrosos e passava um tempo magra e outro gorda, os remédios me enlouqueciam verdadeiramente e sempre que eu parava de usar eu surtava, tinha crises de choro, depressão e muito mais... Minha mãe, minha irmã, minha tia me cobravam muito e eu para deixar a minha mãe "orgulhosa" tentava me manter dentro dos "padrões" aceitáveis... Com o tempo eu fui percebendo que eu não comia tanto assim e mesmo assim eu engordava... e numa boa, ou eu as fazia felizes ou seria feliz do jeito que sou... Eu sou muito simpática, risonha e SEMPRE tive homens aos meus pés... SEMPRE!!! Será que ser magra é tão importante assim??? Com 21 anos me apaixonei e engravidei, com 22 fui mãe e eu cheguei no meu auge de gordura.. 1,60 m / 110 kg; Uauuuuuuuuuu........ Achei que eu fosse me odiar, e sem apologia a gordura, eu não fiquei triste por isso!!! Lógico que emagreci um pouco e logo pesei 90 kg, com 25 anos eu me separei do pai do meu filho e fui moar fora do Brasil, gorda, separada, com um filho e todo o blá blá blá e descobri que eu era Linda, eu nunca havia me achado tão bonita!!! Morando fora eu descobri que era muito mais que meus 90 kg e que o peso da minha história era muito mais importante que o meu peso na balança, Eu sempre fiz TUDO, fui a praia, namorei, viajei, sai, dancei, comi e bebi sem a menor culpa de ser como sou... Voltei para o Brasil em Janeiro de 2007 e dali para frente eu era outra pessoa, muito mais confiante, e muito menos me importava o que os outros achavam a meu respeito, muito mais preocupada em ser feliz e estar satisfeita  do que satisfazer e fazer feliz, meio egoísta!!! Eu "casei" outra vez, separei outra vez, Hoje em dia, eu namoro há quase 5 anos e CHEGA de me falarem "Que rosto lindo, devia fazer dieta" ou " Faz uma dieta que você vai se sentir melhor" ou " Conheci um endocrinologista ótimo" ... Ninguém sabe como realmente me sinto, o quão saudável eu sou e o que quero, a não ser que venha me perguntar... Eu sou LINDA, do jeito que sou, se tiver vergonha de estar ao lado de alguém gordo, não ande ao meu lado, eu apesar de gorda, sou muito saudável e não estou precisando de endocrinologista no momento e numa boa, eu sou uma das únicas pessoas que conheço que sentam em restaurantes para comer salada e eu sou uma delas, mesmo sendo Gorda. E para quem diz que Gordinhas tão na moda, eu digo, o que está na moda é ser feliz!!!
beijinhos
Maria Alice Monteiro

inspiração metalizado



HUmmm... o metalizado veio com força total para o verão de 2013/2014 e estende-se até o outono / inverno 2014. Eu realmente não curto essa moda, mas, ela está em alta e para todos os tamanhos... magrinhas ou Plus size e até Homens podem abusar do metalizado. Fácil de encontrar nas vitrines um LOOK METALIZADO... ainda mais que eles vem com tudo nas festas de final de ano.
Além das roupas, temos bolsas e sapatos assim, escolha a sua peça e arrase!

Dicas Para Usar As Peças Metalizadas

Produção casual: Ele é perfeito para incrementar um look mais casual, especialmente para aquelas que preferem usar pouco brilho. O melhor é compor peças-curinga, como T-shirt básica, com uma calça ou uma saia longa, e um slipper. A pegada mais fashion e brilhante ficará por conta de a jaqueta dourada. Se quiser aposte num calçado com estampa de animal print.
Visual divertido: Agora se você quiser um look mais moderninho e diferente, tem que fazer misturas de estilos. Por exemplo, opte por uma calça metalizada, podendo até ter uma discreta estampa de animal print e uma camisetinha básica. Se quiser um estilo mais forte, invista em correntes, maxianéis e maxicolares.
Look glamour: Esse estilo pede uma composição mais elaborada, portanto glamourosa. Para consegui-la, combine uma peça dourada com outra preta. Pode até parecer simplista, mais ganha elegância e sofisticação se você usar uma calça skinny dourada, sendo uma composição infalível para aqueles momentos que você não encontra o que vestir.
beijos
Maria Alice Monteiro
















Homens metalizados:


Plus size metalizadas

acessórios:

domingo, 24 de novembro de 2013

Tendência Navy - nautica - Marine



O estilo náutica, na verdade, é um clássico idealizado pela estilista Coco Chanel os anos 20. Coco inspirou-se nos uniformes dos marujos franceses e utilizou as cores branco, azul e vermelho, além de listras e símbolos náuticos. Como quase TUDO da Chanel, o estilo Navy virou um clássico de qualquer estação... e está com tudo neste verão!

Plus Size:




Gostaram??? Eu realmente sou apaixonada por esta super tendência!!
beijos

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Minha namorada pesa mais do que eu, e dai?

 Ali Lawrie e Gloria Gloria Shuri enfrentam o preconceito por serem um casal. (Foto: Reprodução)Eu li esta matéria no yahoo e tive colocar aqui para todos verem!!! 


Não é sempre que se vê um cara sarado namorando uma gordinha. O escocês Ali Lawrie deu seu depoimento ao Yahoo após sua namorada, Gloria Shuri, contar o romance deles na web. Leia a história do casal!

"Quando minha namorada Gloria Shuri Nava escreveu um artigo sobre estar acima do peso e namorar um cara sarado, eu já esperava algum tipo de controvérsia. O que eu não esperava era que as pessoas do mundo inteiro fossem comentar o nosso relacionamento – até em programas de televisão! 


Como moro na Escócia, eu li a matéria antes de Gloria— o programa foi ao ar enquanto ela ainda dormia em São Fransisco. Em questão de algumas horas, o artigo recebeu um número incrível de comentários e compartilhamentos no Facebook.

Eu e Gloria lidamos com o preconceito diariamente, por isso já nos preparamos para os comentários ásperos. Porém, surpreendentemente, a primeira leva foi surpreendentemente positiva. Havia recados de apoio de outras mulheres acima do peso e homens magros que disseram não achar nada de estranho no nosso relacionamento.

A partir daí, os comentários negativos começaram a aparecer: "Ela é uma porca", "Juntos, eles parecem o número 10" e "Vai ver o cara é chegado numa baleia branca encalhada".

Minha primeira reação foi proteger Gloria. É engraçado: quando alguém diz algo tirando sarro de mim – seja meu cabelo ruivo ou pele branca ou meu sotaque de Glasgow — eu não me incomodo, mas quando leio comentários cruéis sobre Gloria, fico nervoso. Detestei a ideia dela ler o artigo e se deparar com esse tipo de comentário. Mas essa garota é durona. Ela sabe que esses comentários dizem mais sobre as pessoas que os redigiram do que sobre ela mesma. Em vez disso, ela foca no fato de que, ao divulgar nossa história, vai melhorar as coisas não apenas para nós, mas para outros casais que se sentem hostilizados.



Eu sempre namorei mulheres gordinhas. Da mesma forma que alguns preferem as loiras ou magrinhas, sempre achei as gordinhas atraentes. Mesmo assim, a sociedade ainda acha esse comportamento estranho. Para mim, estranho é quem pensa desse modo. Em 2010, quando contei a uma amiga que estava apaixonado por Gloria, ela respondeu: "Você não pode dizer isso, Ali— isso é maldade sua. Não brinque com isso". Quando disse que estava falando sério, ela disse: "Eu nunca esperaria isso, porque você gosta tanto de frequentar a academia, e ela é o oposto". Por que as pessoas dizem que “os opostos se atraem” quando um casal tem personalidades diferentes, mas quando se trata de diferenças físicas, é considerado incomum? 

A verdade é que Gloria e eu temos muita coisa em comum. Temos o mesmo sentimento em relação a nossas famílias – eles são as pessoas mais importantes em nossas vidas. Nossos pais nos ensinaram o valor do trabalho e da boa índole, e como deve ser nossa conduta em relação a nós mesmos e aos outros. Também possuímos um humor bem peculiar — vemos graça onde outras pessoas não a veem. Apesar disso, Gloria tem um senso de humor polêmico e consegue sair ilesa (qualquer um que já tenha visto seus vídeos no canal do YouTube Glowpinkstah sabe do que estou falando), mas eu não consigo. Sou meio tímido nesse sentido.

Embora eu tenha realmente me apaixonado por Gloria após tê-la conhecido melhor, não vou mentir: foi sua aparência que me atraiu primeiro. Quando vi a foto dela no Twitter, fiquei fascinado pelo formato do rosto e sorriso cativante! E seus olhos têm um brilho impressionante. Ela é incrivelmente linda. Quando as pessoas dizem que ela deu sorte, digo que o sortudo sou eu.

Depois de ver a foto, comecei a ler suas postagens no Tumblr. Em uma delas, ela escreveu que gostaria de conhecer alguém com quem ela pudesse manter uma amizade, mas que mais tarde se transformasse em amor. Fiquei intrigado com isso, porque sempre quis a mesma coisa.

Ainda assim, nunca pensei que fôssemos nos apaixonar. As pessoas dizem que não é possível se apaixonar pela Internet, e provavelmente eu achava a mesma coisa antes de acontecer comigo. No início, duvidei dos meus sentimentos. “Se ainda não a conheci, não sei como ela é pessoalmente – será que isso é mesmo amor?”. Mas quando você está com alguém que te entende de todas as maneiras possíveis, você sabe que é real.

Nos encontramos pela primeira vez quando eu fui visitá-la em São Francisco, dois anos e meio após começarmos a conversar. Assim que desci do avião, senti como se estivesse chegando em casa. Eu estava muito nervoso – não com medo, mas ansioso de antecipação. Por tanto tempo eu quis tê-la em meus braços, que acabou sendo melhor do que imaginava. Assim que a abracei, me senti totalmente seguro e relaxado. Não parecia que eu estava a conhecendo pela primeira vez. A sensação era de que tínhamos ficado separados por muito tempo, e finalmente estávamos nos reencontrando.

Agora, estou contando os dias até minha mudança para a Califórnia, onde vou cursar doutorado em psicologia clínica. Gloria também decidiu perder peso, e dou meu apoio a ela porque é a vontade dela, e no longo prazo fará bem para sua saúde. Mas, para o nosso relacionamento, não existe a necessidade de ela emagrecer.

As pessoas perguntam se eu e Gloria vamos nos casar. Vou dizer uma coisa: sempre achei que os melhores casamentos acontecem entre pessoas que são melhores amigos. Ter essa fundação é tudo. O conselho que dou aos outros é que você sempre deve procurar seu melhor amigo, porque as coisas podem florescer e levarem a algo que te pegue de surpresa. Você pode não estar esperando, mas, às vezes, o que você procura pode estar bem na sua frente".

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Noivas Plus size

A beleza e a felicidade estão muito além das medidas.

Consultoras de moda contam quais os vestidos ideais para noivas plus sizeTV Globo/Divulgação
Em "Amor à Vida", Perséfone (Fabiana Karla) viverá o conto de fadas que sempre sonhou com o fisioterapeuta Daniel (Rodrigo Andrade). Com um vestido longo tomara que caia e tiara delicada de pedras, o look da personagem está digno de uma verdadeira princesa. Como aconteceu com a personagem, para quem está acima do peso, pode parecer um pouco mais difícil encontrar o modelito ideal para o grande dia, já que a maioria dos modelos parecem feitos para contemplar um padrão difícil de atingir na vida real. Ainda assim, com o toque certeiro de alguns especialistas no assunto, é possível dizer o "sim" se sentindo a mais linda das mulheres.
Na primavera, as tendências para as noivas vêm com o frescor típico da estação. “As transparências aparecem em quase todos os vestidos, podem vir na parte do colo ou em pontos estratégicos. Os cortes estruturados também vêm com tudo nessa temporada, e deixam o corpo da mulher com mais curvas e uma linda silhueta, dando forma e firmeza à noiva. Rendas e bordados são quase que obrigatórios, com muita sofisticação e romantismo”, antecipa a estilista e consultora de moda, Maria Zeli.
Além disso, os decotes em V também estão em alta, e favorecem vários tipos de silhueta, variando de profundidade. “Outra forte aposta são os modelos com transparências, fendas e decotes nas costas”, conta a consultora de moda Letícia Dias.
Foco no tecido
A escolha do tecido é muito importante, já que ele é a base para a veste. Apesar dos brilhantes serem muito comuns, eles podem não ser a opção mais inteligente, porque aumentam a figura. “Prefira tecidos foscos, pois os brilhantes captam luz e dão a impressão de que o corpo tem mais volume. Bordados demais causam o mesmo efeito, portanto, vá de rendas e pedrarias mais discretas. Opte por tecidos mais encorpados, com bom caimento, ou os fluídos que formam uma linha mais longilínea na silhueta”, aconselha Maria Zeli. De acordo com Letícia, bons exemplos são o zebeline, shantung e o cetim encorpoado. 
O busto ideal
“A maioria das noivas plus size possuem um colo bonito e devem valorizá-lo, então abuse de decotes, sendo o em V o mais indicado, porque favorece e alonga. Mas não exagere: volume demais para uma noiva não é elegante. Outro ótimo truque para as que querem esconder as gordurinhas do braço é usar uma manguinha, ou até mesmo um casaquinho de renda, o que cria uma linha vertical no corpo e alonga”, indica Letícia. Maria Zeli lembra que os tomara que caias devem ser evitados, já que não dão muita sustentação aos seios mais fartos.
A modelagem faz diferença
Sereia, princesa, fluido, são tantos os cortes e modelagens que é comum ficar um pouco perdida. Maria Zeli pede cuidado ao escolher aqueles mais rentes ao corpo só para parecer mais magra, porque isso pode virar um grande problema na hora da aproveitar a festa. “É fundamental que a noiva esteja confortável. A consequência de um vestido apertado é o contrário do desejado: dependendo do tecido, dobrinhas e pneuzinhos ficam mais evidentes. Para obter um efeito solto sem marcar demais, invista no modelo império, soltos logo abaixo do busto”, completa.
“O modelo com saia evasê (saia em “A”) alonga a silhueta, e pode ser usado com a parte de cima mais estruturada. Já para as noivas com o formato de corpo pera (quadril mais largo), um vestido com corte abaixo do busto valoriza”, fala Letícia.
Escolhendo o véu
Os véus também oferecem um grande leque de possibilidades, indo dos mais curtos aos maxi, que vão além da saia. “Aqueles com comprimento na altura dos ombros, sem muito volume, combinam com todos os tipos de vestidos. Considerando o formato do rosto que é mais ‘redondinho’, o com caimento nas laterais é a melhor opção para dar um efeito afinado à face”, ensina Maria Zeli.
O acessório merece um destaque especial, podendo conter brilho e pedrarias. “Evite apenas os modelos muito compridos, eles achatam. Cabelos com volume na parte de cima dão a impressão de um pescoço mais longo e também destacam o rosto”, adverte Letícia.
Curtinhos na medida
Com o calor típico da primavera e do verão, os vestidos curtos podem se mostrar escolhas inteligentes e bastante apropriadas. Para encontrar um que favoreça, o conselho de Letícia é procurar por modelos minimalistas, com poucos detalhes, e decotes em “V” com alças largas. “Se você tem o quadril mais largo, aposte em cortes abaixo do busto e modelos mais soltos na parte de baixo. Outro detalhe que as noivas mais cheinhas devem tomar cuidado é com o comprimento, nada de modelos muito curtos, o comprimento ideal é até quatro dedos acima do joelho”, complementa.
“Os acinturados ou ajustados na cintura com faixas e cintos, são ótimos aliados e, os modelos imperiais também ajudam a compor um look elegante, disfarçando as saliências”, fala Maria Zeli. Para os pés, saltos e bicos finos, bem delicados, são ótimos para compor a produção com feminilidade. “Evite usar modelos com tiras no tornozelo, pois engrossam a perna e as deixam mais baixinhas”, finaliza Letícia. 
veja galeria de fotos:


















beijinhos para as noivinhas e boa sorte na busca pelo vestido ideal!