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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Caso dos Beagles do Instituto Royal

Caso dos Beagles do Instituto Royal

Fotos mostram o momento em que os animais foram resgatados pelos ativistas. Crédito: Reprodução/Folhapress
Fotos mostram o momento em que os animais foram resgatados pelos ativistas. Crédito: Reprodução/Folhapress
Cerca de 200 cachorros da raça beagle que eram usados para testes farmacêuticos pelo Instituto Royal foram salvos por um grupo de ativistas em São Roque (59 km de São Paulo). Ratos também são usados nos testes deste instituto, que é investigado pelo Ministério Público de São Paulo após denúncias de maus-tratos aos animais. As fotos são da Folhapress e o resgate aconteceu na madrugada de 18 de outubro de 2013.
Alguns animais estavam mutilados ou tinham tumores, segundo os ativistas.  Além da unidade em São Roque, o Instituto Royal também possui sede no Rio Grande do Sul. Segundo matéria do site do jornal Folha de S.Paulo, o Instituto Royal diz que os animais passam por no máximo 90 dias de testes.

Por que os testes foram feitos em beagles?

Parte dos testes são feitos com cães beagle porque essa é uma raça usada há muitos anos em pesquisas, o que faz com que existam mais relatos científicos sobre os resultados para estudo. Outro fator é que a raça é pura, não sofrendo variações genéticas, além de ser dócil.

Testes em cães são permitidos por lei?

As normas internacionais permitem o uso de cães em pesquisas. Em alguns casos, pelo padrão internacional os animais são eutanasiados para que os laboratórios possam analisar quais foram os efeitos dos experimentos em seus organismos. Nos casos de animais que não precisam passar por eutanásia, eles são enviados para adoção após os testes.